DEVEMOS ACREDITAR NO NOSSO POTENCIAL

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SOMOS GRANDES!

terça-feira, 21 de outubro de 2014

OUTUBRO ROSA NUMA VISÃO MASCULINA


OUTUBRO ROSA NUMA VISÃO MASCULINA

POR CARLOS DELANO REBOUÇAS

Outubro chegou e já começa a se despedir, mas a sua cor rosa continua conscientizando a todos no propósito de erradicar o câncer de mama em nosso país, e fazer com que todos abracem esta ideia e a leve a diante.

Muitas brasileiras, infelizmente, engrossam a fila de vítimas desta doença no mundo inteiro, que afeta muito mais que a estética, ou seja, que permite entender que pode encurtar sua trajetória de vida na terra, e ainda regada a muito sofrimento.

Esse sofrimento não é exclusividade delas, mulheres, mas de todos que as cercam. Maridos, filhos, parentes e amigos, todos, dividem este sofrimento e ajudam a carregar esta cruz. Certamente, pode ser bem mais fácil compreender esse sofrimento, sendo mulher, e pondo-se no lugar da vítima. Entretanto, para os homens é tão difícil quanto.

Qual o homem que imagina uma esposa desenvolver uma doença destas e encará-la com naturalidade? Qual o homem que não se comoveria diante do todo o sofrimento de uma esposa, filha, irmã, amiga e até uma desconhecida, sofrendo com esta maldita doença? Difícil, não é, imaginar? Quem dera acontecendo, de verdade, hein?

Nos homens não somos tão durões ou egoístas quanto se pensa. Alguns podem até transparecer ser assim, mas na realidade, estamos inteiramente engajados nesta causa – de contribuir para a erradicação do câncer de mama – para que o mundo continue sempre florido e alegre, tendo como protagonista a mulher.

Neste mês de outubro, os homens vestem rosa pelo bem da família, da sociedade e da humanidade. Machistas, que nada, nós homens vestimos esta cor, defendendo esta causa que é toda nossa. O rosa está com a gente desde as nossas meias que calçamos até o nosso chapéu, que só o tiramos para quem não podemos imaginar viver sem, que são as mulheres.

BELA CRÔNICA PARA REFLEXÃO


PASSANDO, GANHA O PRESENTE DE NATAL

Autor: Professor Carlos Delano Rebouças

Muita gente acredita que o ser humano é ensinado como um animal, como um cachorrinho, adestrado, e assim procura ensinar seus filhos. Assim, pensa Aristóteles, analisando a educação que recebe de seus pais.

Desde pequenino, Aristóteles sabe que se for aprovado, ganhará o seu presente de Natal. Passando por média, o presente ainda é melhor, e esse é o grande incentivo dado pelos pais.

O ano letivo começa e Aristóteles não demonstra a mesma garra que o levou a passar no ano anterior, aliás, também ainda neste ano, já que ficou para a recuperação, e por não ter passado, para uma segunda recuperação, entrou 2014 estudando. Coisas da educação brasileira, clientelismo, descasos, etc. O mais importante é que Aristóteles passou.

O seu presente de Natal não chegou como desejava. O tão sonhado celular, moderno e repleto de aplicativos não chegou a tempo de apresentar aos amigos nas comemorações de final de final, porém, pelos menos, permitiu-lhe apresentar para sues colegas de classe no início do ano letivo.

O pai de Aristóteles é muito rígido, dizem seus amigos, pois se fosse os deles, não teriam lhe dado o presente. Isaac, colega mais próximo, diz: “O meu pai sempre afirma que passar de ano é uma obrigação minha”. Isaac ainda acrescenta que muito mais que ser aprovado e aprender, imitando a voz de seu pai, arrancando gargalhadas, mas sem tirar-lhe a razão.

A vida nem sempre premia pelo sucesso, mas, sempre, pune pelo o insucesso. Um cãozinho responde ao chamado de seu dono ou adestrador, por ter sido condicionado para isso. Há quem defenda a tese que precisamos ser estimulados, e que os pais de Aristóteles estão corretos na sua educação, sem dúvida alguma, mas, será que a busca pelo resultado está totalmente relacionada à premiação?

Desejamos que os pais de Aristóteles tenham sempre muita saúde e posses, para garantir a sua premiação. Mas, em contrapartida, que Aristóteles aprenda, nem que seja pela vida, que a vida não é fácil, que precisamos lutar muito para conduzi-la com dignidade e que a educação e seu estímulo é o maior troféu a se conquistar.


Técnico (A) em Segurança do Trabalho

Magna Engenharia seleciona:

Técnico (A) em Segurança do Trabalho

Requisitos:

•        Ensino Técnico em Segurança do Trabalho Concluído com o devido
registro
•        Experiência Anterior na Função
•        Experiência na área de Construção Civil


Conhecimentos:


•        Experiência em obras
•        Domínio nas normas NR10; NR18 e NR 35
•        Conhecimento em elaboração e acompanhamento de PCMAT e PCMSO
•        Treinamentos de segurança e ISO 9001.
•        Exel Intermediário

Horário:


 Segunda- feira a Quinta- feira (7:00h as 17:00h)
                Sexta-feira (7:00h as 16h:00h)


Benefícios:


•       Vale Transporte ou Ajuda de Combustível
•        Vale Refeição
•        Auxilio alimentação (cesta básica) – R$ 90,00 mensal

 Salário: 


Salário compatível com o mercado


Por gentileza colar o currículo no corpo do e-mail e enviar para
natalia.paz@magnaengenharia.eng.br
Favor colocar no ASSUNTO: TÉCNICO(A) EM SEGURANÇA DO TRABALHO

Não serão analisados currículos em anexo e nem para outras funções. Serão
analisados apenas os currículos dentro do perfil

VEJA ATÉ ONDE VAI UMA MENTIRA


ASSISTENTE ADMINISTRATIVO

TOP COMPANY RH  CONTRATA PARA EMPRESA CLIENTE ASSISTENTE ADMINISTRATIVO ONDE FICARÁ RESPONSÁVEL POR DESENVOLVER AS SEGUINTES ATIVIDADES:

·         Controle de compras e de estoque
·         Orçamentos
·         Cobrança
·         Pesquisa via internet de editais de licitação
·         Procedimentos para participação em licitações
·         Análise de documentação

REQUISITOS:  
Ensino médio ou superior cursando
Indispensável experiência com procedimentos de licitação e uso de Excel
 
BENEFÍCIOS: Vale Transporte + Vale Refeição 
SALÁRIO: R$1.000,00
HORÁRIO: 08:00 às 18:00 (Seg. à Sexta)
INTERESSADOS ENVIAR O CURRÍCULO ATÉ DIA 24/10/2014 COM ASSUNTO ASSISTENTE ADMINISTRATIVO PARA:selecao4@topcompanyrh.com.br

SUPERVISOR DE OPERAÇÕES ELÉTRICAS - PECÉM / CEARÁ

SUPERVISOR DE OPERAÇÕES ELÉTRICAS
 
 PRÉ-REQUISITOS:
·        Formado em Eletrotécnica (certificação técnica).
·        Ter conhecimento e experiência em operações de subestação elétrica de alta tensão
·        Ter experiência em supervisão de equipes de eletrotécnicos
 
 
OBSERVAÇÃO: SIDERÚRGICA LOCALIZADA NO PECÉM-CE, necessário disponibilidade para morar em Fortaleza, Pecém ou Caucaia.
 
Salário à combinar
 
Os interessados deverão enviar currículo para selecao1@cmgb.com.br com o assunto “SUPERVISOR DE OPERAÇÃO”.

CABE UMA BOA REFLEXÃO


A INDÚSTRIA DA EDUCAÇÃO NO BRASIL: O SABER QUE TEM PREÇO
Autor: Professor Carlos Delano Rebouças

É notório o grande aparecimento de faculdades privadas no Brasil, principalmente ao longo dos últimos 20 anos, e isso vem se tornando também motivo de preocupação em relação ao futuro do país.

Todos sabem que obter uma formação superior, seja graduação, seja tecnológico, num país como o Brasil que apresenta um elevado percentual de adultos analfabetos, pode representar a abertura tão desejada para o mercado de trabalho e a realização profissional muitas vezes sonhada desde os tempos de infância. Porém, na maioria dos casos, não é bem assim.

Diante dessa projeção profissional, muitas faculdades apresentaram-se no mercado nacional, oportunizando aos que não tiveram ou aceitam não ter condições de ingressar numa faculdade pública, a possibilidade de conquistar a sua formação superior, mesmo que se tenha um alto preço a pagar.

Muitas faculdades praticam altos preços, exigindo que os alunos arquem com elevados custos, mas que nem sempre apresentam uma justa relação custo-benefício. Paga-se muito caro para nem sempre ter qualidade na educação.

Seria muita injustiça enquadrar todas as faculdades particulares brasileiras nessa análise, já que se sabe que várias delas têm grande destaque no cenário nacional, sob determinadas avaliações, e mesmo que na visão dos mais exigentes estudiosos da educação brasileira, figuram como as menos ruins. O fato é que a nossa educação superior estar nivelada por baixo, mesmo.

Na realidade, constata-se que a cada dia se firma no cenário educacional brasileiro a indústria da educação. Faculdades com cursos a preço de banana, comparadas ao preço praticado pelas mais renomadas, que se preocupam exclusivamente em atrair através de seus duvidosos métodos vestibulares, sem critérios de avaliar conhecimentos, alunos que possam honrar com os compromissos financeiros relacionados ao curso. Em outras palavras, entra e fica quem pode pagar.