PROFESSOR CARLOS DELANO CONTRIBUINDO PARA A EDIFICAÇÃO HUMANA E PROFISSIONAL

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segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

DIFERENÇAS ENTRE PSICOPATIA E SOCIOPATIA

Psicopatia e sociopatia são transtornos de personalidade descritos pelo médico Paulo Maciel, em seu blog, como indivíduos que “não se importam com o sofrimento que causam nas outras pessoas e muitas vezes precisam rebaixar e humilhar os outros para que se sintam melhor. Eles são irritados, irresponsáveis e com total ausência de remorsos, mesmo que digam que têm, mais uma vez tentando levar vantagens”.
Segundo o ‘Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders’, em português, o ‘Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais’, esses transtornos se caracterizam pelo comportamento impulsivo do indivíduo afetado, desprezo por normas sociais e indiferença aos direitos e sentimentos dos outros”.
Cerca de 0,5% a 3% da população mundial possui um desses transtornos. Entre os presidiários, esse número sobe de 45% a 66%. A diferença entre elas é que a psicopatia é genética, enquanto que a sociopatia possui como causa não só a predisposição hereditária, como a influência do ambiente.

Psicopatia

De acordo com o médico, “a psicopatia é caracterizada principalmente pela ausência de empatia com outros seres vivos, resultando em descaso com o bem-estar do outro e sérios prejuízos aos que convivem com eles. Esse desvio de caráter costuma ir se estruturando desde a infância”.

Sociopatia

Já a sociopatia, “persiste pela idade adulta e estes indivíduos não se conformam às normas pertinentes a um comportamento dentro de parâmetros legais. Eles podem realizar repetidos atos que constituem motivo de detenção (quer sejam presos ou não), tais como destruir propriedade alheia, importunar os outros, roubar ou dedicar-se à contravenção”, explica o especialista.

Características da Psicopatia e Sociopatia

Impulsividade

Uma característica bem específica desses pacientes é que eles são extremamente impulsivos. “As decisões são tomadas ao sabor do momento, de maneira impensada e sem considerar as consequências para si mesmo ou para outros, o que pode levar a mudanças súbitas de empregos, de residência ou de relacionamentos. Estes indivíduos tendem a ser irritáveis ou agressivos e podem repetidamente entrar em lutas corporais ou cometer atos de agressão física”, esclarece o doutor Paulo Maciel.

Descontrole financeiro

O descontrole financeiro também é marca dos psicopatas e sociopatas. Eles geralmente não cumprem obrigações, não provêm o sustento da casa ou da família.

Ausência de culpa

Outra postura é a ausência de culpa em relações aos seus atos e a transferência de responsabilidade para outras pessoas. Na opinião deles, as vítimas são sempre as culpadas por tudo. As pessoas acometidas por essas doenças psicológicas têm a “tendência para enganar, distorcer fatos ou ludibriar os outros para obter credibilidade, vantagens pessoais ou prazer”, alerta o estudioso.
Para finalizar, é importante saber que os psicopatas e sociopatas não gostam de animais de estimação e têm pouco apreço às próprias relações familiares bem como as de terceiros.

REFLITA!


A IMPORTÂNCIA DE SABER SE COMUNICAR

Em uma seleção, em que candidatos se apresentam à equipe avaliadora, muito se observa sobre a postura de cada candidato. Busca-se identificar se o candidato possui conhecimento mínimo sobre a empresa pela qual deseja atuar; se demonstra habilidades para o exercício da função pleiteada; suas características de personalidade; sua postura profissional; dentre outras. Contudo, o candidato precisar entender que seu domínio sobre os conceitos de linguagem é primordial, pois não somente será ouvido, mas percebido pela postura e gestos, e em conjunto com a fala e a escrita.
Diante desse entendimento, defendemos a ideia de que o conhecimento da Língua Portuguesa, em toda a sua plenitude, faz-se mais do que necessário, tanto para quem já se enxerga consolidado no mercado de trabalho como para quem busca se encontrar, e que entende que precisa sempre se reciclar quanto às suas inovações.
Não tenha dúvidas de que somos medidos tanto pelo que falamos quanto pelo que escrevemos, e se dominamos a língua, seremos diferenciados no mercado.

CONQUISTANDO O IMPOSSÍVEL


domingo, 19 de fevereiro de 2017

LINDO TEXTO DE JOHN LENNON

O amor

 

Fizeram a gente acreditar que amor mesmo, amor pra valer, só acontece uma vez, geralmente antes dos 30 anos. Não contaram pra nós que amor não é acionado, nem chega com hora marcada.
 
Fizeram a gente acreditar que cada um de nós é a metade de uma laranja, e que a vida só ganha sentido quando encontramos a outra metade. Não contaram que já nascemos inteiros, que ninguém em nossa vida merece carregar nas costas a responsabilidade de completar o que nos falta: a gente cresce através da gente mesmo. Se estivermos em boa companhia, é só mais agradável.
 
Fizeram a gente acreditar numa fórmula chamada "dois em um": duas pessoas pensando igual, agindo igual, que era isso que funcionava. Não nos contaram que isso tem nome: anulação. Que só sendo indivíduos com personalidade própria é que poderemos ter uma relação saudável.
 
Fizeram a gente acreditar que casamento é obrigatório e que desejos fora de hora devem ser reprimidos.
 
Fizeram a gente acreditar que os bonitos e magros são mais amados, que os que transam pouco são caretas, que os que transam muito não são confiáveis, e que sempre haverá um chinelo velho para um pé torto. Só não disseram que existe muito mais cabeça torta do que pé torto.
 
Fizeram a gente acreditar que só há uma fórmula de ser feliz, a mesma para todos, e os que escapam dela estão condenados à marginalidade. Não nos contaram que estas fórmulas dão errado, frustram as pessoas, são alienantes, e que podemos tentar outras alternativas.
 
Ah, também não contaram que ninguém vai contar isso tudo pra gente. Cada um vai ter que descobrir sozinho. E aí, quando você estiver muito apaixonado por você mesmo, vai poder ser muito feliz e se apaixonar por alguém.
 
 
 
Autor: John Lennon

EXPRESSÃO DE CEARENSE

A cada dia uma expressão típica de cearense. A de hoje é...


FILMAR
Observar curiosamente. “Eu estava conversando com a menina e o curioso ficou o tempo todo filmando!…”.

DEVOLVA-ME!


UM POEMA DE PATATIVA DO ASSARÉ

Caboclo Roceiro (Patativa do Assaré)

Que vive sem sorte, sem terra e sem lar,
A tua desdita é tristonho que canto,
Se escuto o meu pranto me ponho a chorar
És rude e cativo, não tens liberdade.
A roça é teu mundo e também tua escola.
Teu braço é a mola que move a cidade
De dia na roça de enxada na mão
Julgando que Deus é um pai vingativo,
Não vês o motivo da tua opressão
De dores e trevas debaixo da cruz
E as crides constantes, quais sinas e espadas
São penas mandadas por nosso Jesus
Um pobre inocente no banco do réu.
Caboclo não guarda contigo esta crença
A tua sentença não parte do céu.
Não faz neste mundo teu fardo infeliz
As tuas desgraças com tua desordem
Não nascem das ordens do eterno juiz
O sol do seu brilho jamais te negou
Porém os ingratos, com ódio e com guerra,
Tomaram-te a terra que Deus te entregou
De dia na roça , de enxada na mão
Caboclo roceiro, sem lar , sem abrigo,
Tu és meu amigo, tu és meu irmão.

REFLITA!


SALVO PELO GONGO: CONHEÇA A ORIGEM DO TERMO


Acredita-se que as origens da expressão ‘salvo pelo gongo’ estão relacionadas à catalepsia, uma rara doença na qual o indivíduo fica com os membros rígidos, sem conseguir se movimentar. Na Antiguidade, muitas pessoas que sofriam deste mal eram tidas como mortas e enterradas vivas. Tal realidade podia ser comprovada pelos posteriores arranhões que eram encontrados do lado de dentro dos caixões.
Foram os ingleses que criaram, durante o século XVII, um mecanismo que deu origem à expressão popular: amarrar uma corda ao braço do defunto e ligá-la a um sino de fora do túmulo. Assim, se o indivíduo tivesse sido enterrado equivocadamente, bastava tocar a sineta e ser literalmente “salvo pelo gongo” da mesma.

FIGURAS DE LINGUAGEM


DICA DE PORTUGUÊS

Qualquer /  algum / nenhum

Esse é outro trio de palavras que parecem semelhantes, mas apresentam suas diferenças. O principal erro, aqui, é trocar “nenhum” por “qualquer” em frases negativas, já que o segundo termo não tem esse sentido. A confusão parece vir de uma tradução ao pé da letra do inglês any. Quanto ao “algum”, ele pode ser usado no sentido negativo quando vem logo depois de um substantivo. Fica assim:
  • Escreva: Não há nenhum problema.
  • Escreva: Não há problema algum.
  • Escreva: Há um problema qualquer.
  • Não escreva: Não há qualquer problema. ( frase que diverge da norma culta)