PROFESSOR CARLOS DELANO CONTRIBUINDO PARA A EDIFICAÇÃO HUMANA E PROFISSIONAL

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quarta-feira, 27 de julho de 2016

MATANDO SAUDADE


ENEIDA DE VIRGÍLIO

Eneida é uma das grandes obras da poesia mundial. Trata-se de um poema épico, escrito pelo antigo poeta romano Virgílio em latim. Narra a lenda do herói Eneias, sobrevivente da Guerra de Troia e ancestral dos fundadores da Roma antiga. É uma das maiores obras da literatura universal.
Na mitologia romana, Eneias era visto como um semideus — isto é, o filho de uma deusa casada com um homem. No poema grego Ilíada, que narra uma parte da Guerra de Troia, ele é comparado a Heitor, o príncipe troiano que era o guerreiro mais importante de seu povo. Eneias é o herói da Eneida, mas já era uma figura venerada pelos romanos muito antes de o poema ser escrito.

Como viveu o poeta

Públio Vírgilio Maro, mais conhecido como Virgílio, nasceu no dia 15 de outubro de 70 a.C., no lugarejo de Andes, perto da cidade de Mântua, na atual Itália.
Depois que o imperador Augusto venceu a Batalha de Áccio contra Cleópatra e Marco Antônio, Roma passou a viver um período de paz e estabilidade. Isso despertou nas pessoas sentimentos nacionalistas e orgulho pelo passado. Virgílio sentiu-se inspirado a escrever um poema épico que descrevesse as origens de Roma e os ideais de seu povo. O poeta inspirou-se na Ilíada, de Homero, e usou profecias, visões e descrições detalhadas para contar sua história.
Virgílio levou onze anos para escrever a Eneida. Quando morreu, em 21 de setembro de 19 a.C., sua obra ainda não estava terminada. Ele queria que o poema fosse destruído, pois achava que seriam necessários três anos para concluí-lo. O imperador Augusto não atendeu ao pedido do poeta. A obra tornou-se conhecida e apreciada em todo o Império Romano. Virgílio passou a ser admirado como porta-voz dos ideais romanos antigos e por ter alcançado a extrema perfeição na arte da poesia com sua obra.

A história da Eneida

Eneias era troiano. Seu pai, Anquises, era membro da casa real de Troia. Sua mãe era Afrodite, a deusa do amor. Anquises jurou nunca dizer a ninguém que tinha se casado com Afrodite. Mas, quando Eneias nasceu, ele contou o segredo para os amigos. Como punição, Anquises ficou cego.
Quando os troianos perderam a guerra para os gregos, Eneias liderou seus guerreiros para fora da cidade em chamas e carregou seu pai cego nas costas. Ele e seus companheiros fugiram em navios. Navegaram sete anos pelo mar Mediterrâneo, em busca de um novo lar. Seus navios foram destruídos na costa da África, perto de Cartago. Dido, a rainha de Cartago, se apaixonou por Eneias e implorou que ele ficasse com ela. Quanto Eneias partiu, Dido ficou tão triste que se suicidou.
Eneias e seus companheiros passaram pequenos períodos na Trácia (no norte da Grécia), em Creta (uma ilha grega) e na Sicília (uma ilha italiana), antes de chegar à região do Lácio, às margens do rio Tibre, onde depois se construiu Roma. Latino, o rei do Lácio, recebeu-os muito bem. Eneias ajudou o governante em suas batalhas contra o povo chamado rútulos.

Anos depois, Eneias casou-se com Lavínia, filha de Latino. Ele herdou o trono depois da morte do sogro e reinou muito bem, unindo troianos e romanos. Morreu em uma batalha contra os etruscos.

Fonte: http://escola.britannica.com.br

SEM DÚVIDAS!


REFLEXIVA PARÁBOLA

Barulho de carroça

 

Uma das grandes preocupações de nosso pai, quando éramos pequenos, consistia em fazer-nos compreender o quanto a cortesia é importante na vida.

Por várias vezes percebi o quanto lhe desagradava o hábito que têm certas pessoas de interromper a conversa quando alguém está falando. Eu, especialmente, incorria muitas vezes nesse erro. Embora visivelmente aborrecido, ele, entretanto, nunca ralhou comigo por causa disso, o que me surpreendia bastante.
Certa manhã, bem cedo, ele me convidou para ir ao bosque a fim de ouvir o cantar dos pássaros. Concordei, com grande alegria, e lá fomos nós, umedecendo nossos calçados com o orvalho da relva. Ele se deteve em uma clareira e, depois de um pequeno silêncio, me perguntou:
– Você está ouvindo alguma coisa além do canto dos pássaros?
Apurei o ouvido alguns segundos e respondi:
– Estou ouvindo o barulho de uma carroça que deve estar descendo pela estrada.
– Isso mesmo... É uma carroça vazia...
De onde estávamos não era possível ver a estrada e eu perguntei admirado:
– Como pode o senhor saber que está vazia?
– Ora, é muito fácil. Sabe por quê?
– Não! - Respondi-lhe intrigado.
Meu pai pôs a mão no meu ombro e olhou bem no fundo dos meus olhos, explicando:
– Por causa do barulho que faz. Quanto mais vazia a carroça, maior é o barulho que faz.
Não disse mais nada, porém deu-me muito em que pensar. Tornei-me adulto e, ainda hoje, quando vejo uma pessoa tagarela e inoportuna, interrompendo intempestivamente a conversa de todo o mundo, ou quando eu mesmo, por distração, vejo-me prestes a fazer o mesmo, imediatamente tenho a impressão de estar ouvindo a voz de meu pai soando na clareira do bosque e me ensinando: ''Quanto mais vazia a carroça, maior é o barulho que faz''.

Assista


PENSAMENTO

O homem retrata-se inteiramente na alma; para saber o que é e o que deve fazer, deve olhar-se na inteligência, nessa parte da alma na qual fulge um raio da sabedoria divina.
Platão

REFLEXÃO


MUITO MAIS QUE UMA PREOCUPAÇÃO

Desculpe se pareço revoltado no que direi, mas me vejo muito mais reflexivo e indignado com a postura humana e sua falta de sensibilidade com o básico da vida.
Reclamamos de tudo e de todos, com gritos de mudança,, e não fazemos nada diferente do que fizemos a um instante atrás. Somos uma um vinil de uma música só, que roda na vitrola da vida, como se não tivéssemos repertório.
Temos preguiça de ler, de pesquisar, de desbravar os recursos existentes que permitem as mudanças. Damos valor ao ter e não ao ser, e preço é o que existe e persiste na mente das pessoas.
O que interessa é tudo que move uma sociedade de consumo. Se pensa diferente, do jogo logo ficará fora.
Somos uma embalagem de um conteúdo que não se tem interesse de descobrir. Muitas vezes por concepções pré-definidas, também chamadas de preconceitos, mas também, por incompetência e preguiça de descobrir.
Estamos vivendo num mundo, numa sociedade do " tô nem aí". Pessoas insensíveis com a dor do semelhante em vez de estender-lhe a mão, ignora-o por um vídeo feito e postado nas redes sociais. Estamos parecendo abutres na sua lida diária pela sobrevivência, cujo alimento principal é a vaidade. Parecemos seres de um outro mundo, diferente daquele concebido pelo Criador sobre seu legado deixado.
E onde vamos parar?
Dizem que a porta do inferno é bem larga, ao contrário da do paraíso. Um dia, falando com um amigo bastante cristão, disse-me: "Para entrarmos no reino dos céus temos que ter muita fé e mostrar aqui na terra, como mortais, que fazemos valer o seu acesso".
Poxa, muito preocupante, não acham? Se para este humilde cristão o meu "bilhete de entrada" parece difícil de se conquistar, mesmo com fé, atitudes e um pensamento não tão diacrônicos em relação às leis Divinas, imaginem para muitos que sequer se preocupam com isso, construindo sua "felicidade" a qualquer preço e em cima da felicidade de tantos outros.
Só sei, amigos, que enquanto essa "ficha" não cai, tudo acontece, parecendo normal.

MATANDO A SAUDADE DOS ANOS 80


DINHEIRO, SEMPRE DINHEIRO, E NADA MAIS!



Autor: Professor Carlos Delano Rebouças

Já pararam para refletir que o mundo gira completamente em função do dinheiro e ninguém pode deixar de aceitar e acreditar nisso? São várias as situações que ilustram esta triste realidade, a qual faz parte da vida de qualquer habitante deste planeta.

Refletindo sobre a minha vida, ao longo dos meus 42 anos vividos, como também, sobre a convivência com tantas pessoas vividas, experientes, com bem mais primaveras que este humilde educador, fazemos também análise de seus relatos, de inúmeras situações em que o valor do dinheiro predomina sobre quaisquer outros interesses, que despertam, também, outros interesses e desinteresses, sendo este último, em valorizar questões que dinheiro nenhum consegue comprar, ainda fico perplexo com o comportamento humano, diante da sua relação com o dinheiro.

É comum se ver em tudo o dinheiro como a ferramenta que conduz a humanidade. Sejam em filmes, novelas ou na vida real. E entendam que muitos filmes e novelas se baseiam no cotidiano das pessoas, da sociedade, retratando uma verdade, que na realidade, nua e crua, gostaríamos que fosse uma mentira jamais revelada. São situações não factícias, reais, consequentes do comportamento humano, fruto de uma educação, de uma interação com o mundo, que corroboram também para o processo de formação humana, gerando um ciclo, numa ciranda de seres frios, calculistas, mesmo que acreditem ser o contrário
.
Quem se oferece para vestir a carapuça?

Favor, não mais se presta gratuitamente. Tem seu preço, pois o ditado que uma mão lava a outra, e quando o dinheiro entra em questão, aí é que se valoriza o dito popular. Ninguém que fazer mais nada por ninguém, sem que o dinheiro esteja à frente. Desculpe-me, Poeta Gentileza, mas a sua tese de gentileza gera gentileza, para a massa deste planeta, não contém argumentos suficientes para ser defendida.

Para piorar ainda mais a situação, crianças e jovens são orientados, infelizmente, a pensar da mesma forma – que para tudo tem que haver uma compensação financeira – e que favor e gentileza não enchem barriga, não suprem as necessidades e não saciam as vontades. Confirma-se a escola de formação de pessoas presas ao dinheiro, seres materialistas, que só conseguem conhecer cifras, e nada mais.


Mesmo a humanidade se demonstrando tão afeiçoada ao dinheiro, muito mais do que outros interesses, devemos acreditar, sempre, que esta luta aparentemente desigual, a qual gera tantos conflitos, pode ser vencida pelo bem, pelo amor, e que certamente não tem preço, e dinheiro nenhum do mundo pode comprar.

DICA DE PORTUGUÊS


CURIOSIDADES DE NOSSA LÍNGUA

Bom dia!
Um dia, discutindo com colegas de ofício sobre determinadas expressões aplicadas no nosso dia a dia, como também, nomes próprios quem nem mesmo seus detentores sabem a sua origem, lembrei-me do nome RIBAMAR.
Uma vez ouvi dizer que esse nome, típico de de Nordestino, em especial, Maranhenses, vem do fato de significar, conforme a origem latina, AQUELE QUE VÊ O MAR. 
Os portugueses sempre desbravaram os oceanos, os mares, e por isso, tem esse nome comum no batismo de muitos patrícios.